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Como a Escrita Pode Aumentar a Auto-estima da Cultura Nova Tupi (original agosto de 2013)

  Etnias Indígenas Brasileiras com um alfabeto próprio   “Num livro antigo, que pertenceu a mu avô,  Jose Francisco Pagano Brundo, tropeiro de Leopoldina MG, encontrei um documento muito interessante, que pode ser chave para a cultura ‘Nova Tupi’ ou 'Tupi Pop'. Eram estudos de caligrafia colocados no meio de um livro russo de 1807, junto a uma antiga edição ‘Terra de Santa Cruz’  de Viriato Correa (entre outras preciosidades).  . Nota do Autor                       Este artigo foi originalmente publicado em 2013 no blog Tupinista (antigo ameobrasil). Como a publicação original deixou de ser indexada pelos mecanismos de busca ao longo dos anos, estou republicando seu conteúdo integral no Ame o Brasil para preservar esse registro histórico e facilitar o acesso de pesquisadores, estudantes e interessados no projeto Novo Tupi. O texto foi mantido em sua essência, recebendo apenas pequenas atualizações de links e...
Postagens recentes

Projeto Tembiu

O Projeto Tembi-u foi criado por Luiz Pagano em 2015, quando ainda trabalhava na Pernod Ricard, utilizando verba da marca Absolut Vodka. A proposta tinha um objetivo claro: levar para a coquetelaria elementos que já eram amplamente utilizados na gastronomia amazônica, mas que ainda não tinham sido incorporados de forma sistemática nos bares e restaurantes dos grandes centros urbanos. A ideia consistia em instigar a mistura dos Absolut Sabores — Vanilia, Citron, Kurant, Mango e outros — com ingredientes amazônicos, criando uma fusão entre a sofisticação da mixologia internacional e a ancestralidade brasileira. veja o video do evento Para garantir autenticidade e profundidade cultural, Pagano contou com a curadoria dos irmãos Thiago e Felipe Castanho, chefs paraenses reconhecidos por seu trabalho de valorização da culinária amazônica. A equipe viajou até Belém, onde realizou uma imersão guiada pelos Castanho, visitando locais emblemáticos como a Ilha do Combu, famosa pelos chocolates e c...

Nipo-Tupi Brasileiro: quando a casa se torna uma canoa de memórias

Um exercício de imaginação Tupinista publicado pela revista fictícia Architectural Design mostra como seria uma arquitetura capaz de unir a delicadeza japonesa à profundidade espiritual dos povos indígenas do Brasil. Durante muito tempo, o Brasil foi ensinado a olhar para a arquitetura indígena como algo pertencente ao passado. Ao mesmo tempo, aprendeu a admirar o minimalismo japonês como uma expressão sofisticada de futuro. Mas e se as duas tradições fossem, na verdade, parentes distantes? Foi dessa pergunta que nasceu o editorial "Nipo-Tupi Brasileiro", publicado pela revista conceitual Architectural Design. Mais do que uma coleção de ambientes, o ensaio imagina um novo caminho para o design brasileiro: uma estética onde o vazio zen encontra a floresta, onde o tatami encontra a esteira trançada, e onde a canoa ancestral ocupa o lugar que hoje reservamos ao sofá. Na sala do koji, as pérolas de mandioca são pulverizadas com o koji que inicia o processo de quebra das moléculas...

Herdamos o escorbuto dos portugueses, não a honra dos tupi: hora de trocar o DNA cultural

Cacique Juruna e o gravador, símbolo da etica Tupi (Xavante no caso) Dizem que o brasileiro médio é antiético por natureza — jeitinho, fila furada, promessa de político em ano eleitoral. A piada pronta é culpar "a nossa formação". Só que a formação tem dois DNAs muito diferentes, e a gente anda citando o avô errado. Se herdamos a malandragem, não foi dos que estavam aqui primeiro. O código de guerra que parecia samurai No Brasil de 1500 não havia cartório, mas havia protocolo. Entre os Tupi, a guerra não era chacina aleatória: era um sistema de honra com prisioneiro, canto de morte e antropofagia ritual. Gonçalves Dias não inventou isso em I-Juca-Pirama (1851). Ele romanceou o que cronistas como Hans Staden e depois antropólogos como Florestan Fernandes descreveram: o guerreiro capturado devia morrer bem, porque ao ser comido ele transferia sua coragem ao inimigo. Fugir não era esperteza, era contaminação. No poema, o último tupi pede para cuidar do pai cego e é solto. O moti...

Tupinista nas Bienais

Luiz Pagano - o tupinista refletido na obra de Kahtiri Ēõrõ (espelho da Vida) criada pela artista indígena Daiara Tukano, exposta na 34ª Bienal de São Paulo (2021) é que você podia se ver como uma moçacara (um homem importante entre o povo tupi) refletido usando um manto tupinambá. Em setembro/outubro de 2021, São Paulo vivenciou uma invasão 'tupinista', em uma nova era que começou logo após o fim da pandemia e ofereceu a promessa de uma nova vida com novos propósitos e novas esperanças, especialmente para mim, que já estava fazendo grandes progressos com o cauim contemporâneo, quase 100 anos depois da semana antropofágica de 1922. Depois disso, em fevereiro de 2025, o jardim do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE) recebeu uma ativação artística especial associada ao universo visual e curatorial da MUBI. A proposta foi transformar o espaço do museu em um ambiente imersivo onde cinema, arte contemporânea e cosmologias indígenas se encontravam. No MuBE, você poderia de...

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  Luiz Pagano - tupinista Para ir direto ao blog , clique aqui  Tudo que tinha no blog 'Ame o Brasil' está agora no blog  Tupinista , uma plataforma mais nova e fácil de navegar.  Neste artigo, por exemplo, veremos uma coletânea de várias  sabedorias ancestrais Tupi , como a super-bonder das aldeias, o sabão da selva (que faz mais espuma que o sabão comprado nos supermercados) e cuidar-se no exlusivissimo Spa Pinin. Se tiver disposto a experimentar um drink único, você pode produzir o  Cauim em casa. Lá você pode saber mais sobre nossas lendas e mitos em matérias como  Como se Faz para Pegar um Saci  , conheça a linda história da mulher que se apaixonou por um dragão no litoral de Ubatuba, na  Lenda da Praia da Sununga e a Gruta que Chora.  --- Não se preocupe, tudo o que estava lá antes continua da mesma forma, só mudou o nome. Incluímos aqui alguns links para os artigos mais interessantes: --- Em relação à Cultura Tupi, você pode acomp...